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Capas de publicações dos jovens do PSR.
Quase todos jovens estudantes, os fundadores e dirigentes nos anos 70 imaginavam uma estrutura de juventude paralela, autónoma e onde o recrutamento pudesse ter regras mais flexíveis. Com dificuldades, a autonomia foi existindo, reflectida em siglas e em publicações dirigidas a um público essencialmente estudantil. Mas com os anos 80, tornou-se claro que a intervenção de todo o partido teria que ser partilhada pelos jovens uma vez que uma parte importante dessa intervenção tinha como destinatários principais os jovens. Foi assim abandonada a ideia de organização autónoma de juventude e o PSR passou a ter uma sector jovem, com finanças e estruturas de direcção própria. Nestes 30 anos, a juventude foi o partido, construiu-o, e marcou definitivamente o PSR, e antes a Liga, como organização onde o paternalismo não teve, nem tem, lugar.
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