"Não Se Pode Viver Sem Utopia" é o segundo Caderno do Combate, com entrevistas, textos e crónicas publicadas entre 1987 e 1996, em plena «democracia de sucesso» apregoada pelo cavaquismo no poder. Aqui se juntam a memória da luta contra o fascismo, a resistência das artes e dos intelectuais ao neoliberalismo reinante, a chegada dos direitos LGBT ao discurso político, a radicalidade de um feminismo que não pedia licença para existir. Vê aqui a capa, o índice e a nota dos editores. E podes encomendá-lo aqui por 10 euros (+ portes).
Índice do livro:
Nota dos editores
Estado Novo sem vergonha – Entrevista a Fernando Rosas
Entre um passado pesado e um futuro incerto - Entrevista a Fernando Piteira Santos
A memória da Crítica – Entrevista a Francisco Martins Rodrigues
Não se pode viver sem utopia – Entrevista a Mário Dionísio
Uma noite em (José Mário) branco – Entrevista a José Mário Branco
Capitalismo e Família – Francisco Louçã
Que há‐de ser de nós – Júlio Machado Vaz
O hipotálamo de Tennessee Williams – António Gomes da Costa
Sexo social – Miguel Vale de Almeida
Quando os sentimentos transitam em julgado – Eduarda Dionísio
Xut! – Madalena Barbosa
Aborto: o cinismo do quotidiano – Ana Campos
A indiferença da diferença – Francisco Louçã
Os artistas ao poder – Entrevista a Mário Viegas
As ilusões que cantam e os cifrões que contam – Entrevista a Júlio Pinto
Então agora vamos ficar sem o Assis? – Viriato Teles
A morte não cala a poesia – Francisco Louçã
Recordações – João Mesquita
A leste das ilusões – Alexandra Lucas Coelho
A viagem americana – Maria Irene Sousa Santos
Eu fui eme erre – José Manuel Morais
Venha o dia nem que seja de noite – Henrique Silvestre
O Rei Momo passado a ferro – Carlos Cunha
Algarve, serra e tudo – João Romão
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